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Combate às drogas e ao crime organizado

Cobrar políticas nacionais de segurança pública, de combate às drogas e ao crime organizado. A criminalidade não tem fronteiras e evoluiu tecnologicamente. É preciso uma articulação nacional para otimizar os recursos e maximizar os resultados, de modo a garantir segurança nas cidades.

2 Comentários para “Combate às drogas e ao crime organizado”

  • William 28 de julho de 2010 às 12:37

    O Senhor, um dos poucos Vereadores capaz de atingir voos altos na política estadual, federal. Legislador. Creio que a politica hoje contra as drogas, cada vez mais é falha!! Hipócrita. gasta-se milhões em segurança com argumentos de combate as drogas, e o mundo inteiro está se conscientizando, colocando a questão como problema de saúde pública! Um usuário é um doente! Nao um criminoso! Tantos anos de politica fracassada e os numeros de usuarios, traficantes, e mortes decorrentes disto, só sobem!
    Mudança na legislação e investimento em campanhas e informação, como é o alcool e o cigarro que muitas vezes é bem pior ou igual, mais nao menos prejudicial do que todas as outras drogas! Mais infelizmente e o senhor sabe que é verdade, a maioria na população associa os doentes usuários ao crime, e falar abertamente sobre mudança na legislação em plena campanha prejudica a imagem do candidato e consequentemente perderá votos. Pois quem elege um vereador, um deputado, presidente, não são os universitários, os empresários, mais sim o povo, a massa. que não tem acesso a informação. Como sabemos da posição do nosso ilustríssimo FHC, que até antes de manifestar seu apoio a José Serra, era publicamente a favor de politicas alternativas com relação as drogas! e hoje totalmente diferente. Como disse e sabemos, imagem! Como o Senhor está pleiteando uma Camara Federal, espero que pense nisso, e ajude o Brasil a evoluir em segurança e diminuir esse mal que ronda milhoes de familias que são as drogas!
    Obrigado pela atenção!

    • Napoleão Bernardes 5 de agosto de 2010 às 17:45

      Caro William, entendo que a questão da dependência química é muito mais complexa do que simplesmente tratá-la como problema de segurança pública. Trabalhar apenas a questão da segurança é um paliativo, que não resolve o problema da dependência química a longo prazo. Na verdade, o Brasil possui sim políticas públicas voltadas ao tratamento dos dependentes químicos, o problema é a operacionalização dos programas. Eles estão contemplados em projetos no orçamento da saúde. Por isso tenho sido tão enfático na defesa da aprovação de PEC 29, que garante mais recursos para a saúde no Brasil. Certamente a boa aplicação destas verbas seria suficiente para pôr em prática as políticas públicas voltadas aos dependentes. Independentemente do período de campanha, defendo a mudança na legislação que resulte em melhores condições de saúde para a população.
      Além de ser um problema de saúde pública, acredito que a dependência química também é um problema social. Por isso, constantemente defendo programas voltados às atividades dos jovens, como esporte, cultura e, principalmente, qualificação profissional. Contando com esse tipo de atenção e formação, certamente os jovens não chegarão ao mundo das drogas, o que, a longo prazo, alivia o atendimento da saúde.

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